Clarice Lispctor está entre os melhores de 2015 do “The New York Times”

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A coletânea de contos “The complete stories” de Clarice Lispector, publicada nos Estados Unidos em julho, está entre os 100 melhores livros de 2015 selecionados pelo jornal americano “The New York Times”. A lista é feita pelos editores do suplemento “The New York Times Book Review” e não possui ordem de colocação.

O livro ainda não tem uma versão brasileira, prevista para chegar aqui em 2016, mas lá fora é descrito como notável e que “há um sopro de loucura na ficção de Clarice Lispector”. A autora ainda é citada como uma das verdadeiras [vozes] autênticas da literatura latino-americana, ao lado do argentino Jorge Luis Borges (1899-1986), do mexicano Juan Rulfo (1917-1986) e até do clássico Machado de Assis (1839-1908).

Foto: Divulgação/Rocco

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“Frase por frase, página por página, Lispector é divertidamente e cativantemente estranha, mas as percepções dela surgem tão rápido e desviam tão selvagemente entre o mudano e o metafísico, que depois de um tempo você não sabe mais onde está, tanto no livro como no mundo fora dele”, diz o crítico Terrence Rafferty em texto publicado em 27 de julho, na época do lançamento de “The complete stories”, traduzido por Katrina Dodson e editado por Benjamin Moser, biógrafo de Clarice.

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Mad Max: Estrada da Fúria é eleito melhor filme do ano por críticos brasileiros

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A Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janeiro (ACCRJ) divulgou a lista com os dez melhores filmes do ano lançados no Brasil, levando em conta produções lançadas entre dezembro de 2014 e novembro de 2015.

O filme escolhido pelos críticos como o melhor do ano foi ‘Mad Max: A Estrada da Fúria’. Dirigido por George Miller e que continua a trilogia original lançada na década de 80, o longa de Miller trouxe discussões importantes como já houvera acontecido.

Na lista ainda tem ‘O Abutre’, dirigido por Dan Gilroy e que trouxe uma atuação marcante de Jake Gyllenhaal, e o terceiro lugar ficou com ‘As Mil e Uma Noites: Volume 1, O Inquieto’, de Miguel Gomes.

O ganhador do Oscar desse ano, ‘Birdman’, aparece logo na quarta colocação. O filme brasileiro ‘Que Horas Ela Volta?’, cotado para ser indicado na categoria de Melhor Filme Estrangeiro na próxima premiação do Oscar, também aparece na seleção dos críticos do Rio de Janeiro.

Os dez filmes que compõem a lista serão exibidos no Centro Cultural Banco do Brasil com sessões acompanhadas de debates a partir do dia 6 de janeiro. Veja a lista completa:

  • Mad Max: Estrada da Fúria, de George Miller
  • O Abutre, de Dan Gilroy.
  • As Mil e uma Noites: Volume 1, O Inquieto, de Miguel Gomes
  • Birdman (ou A Inesperada Virtude da Ignorância), de Alejandro González Iñárritu
  • Divertida Mente, de Pete Docter e Ronnie Del Carmen
  • Ida, de Pawel Pawlikowski
  • Pele de Vênus, de Roman Polanski
  • Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert
  • Sono de Inverno, de Nuri Bilge Ceylan
  • Whiplash: Em Busca da Perfeição, de Damien Chazelle

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Em ano de seu 150º aniversário, “Alice” ganha musical ‘ópera-rock’ em Londres

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O clássico da literatura mundial escrita por Lewis Carroll (cujo nome real era Charles Lutwidge Dogson), ‘Alice no País das Maravilhas completou 150 anos. E muitas homenagens têm sido feitas ao redor do mundo como, por exemplo, uma exposição com raridades que vão desde manuscritos até sessões de fotografias que está no Morgan Museum, em Nova Tork, desde o dia 11 de Outubro.

Já em Londres, o destaque fica para a ‘ópera-rock’ baseada na história escrita por Lewis Carroll. A tão elogiada comédia musical foi criada por Damon Albarn, vocalista do Blur e idealizador do projeto Gorillaz. É quase que uma versão totalmente moderna da história, com imagens digitais, pixels e redes sociais. O mundo surrealista de Lewis Carroll ganhou proporções para o mundo digital de Damon Albarn, que logicamente é bastante influenciado por esse meio.

O espetáculo tem quase duas horas de duração e é intitulado ‘wonder.land’ (percebe que até o título, com um “ponto” no meio e tudo mais, tem um “quê” de digital). Em cartaz desde o final de Novembro no London National Theater (assista o trailer abaixo), o musical já começava a se planejar para ganhos outros palcos. O próximo, por exemplo, marcado para junho de 2016 é o Théâtre du Châtelet, em Paris.

No musical, a história se concentra em Aly, uma adolescente que está em crise com os seus pais e que sofre bullying pelas redes sociais – impossível não achar a trama tão atual. Para escapar desse mundo, ela se conecta com o seu celular a ‘wonder.land’, um mundo virtual que recria o ‘País das Maravilhas’.

O avatar de Aly é justamente Alice, uma garota com características que ela não possui mas que gostaria imensamente de ter. Damon Albarn afirmou que a transferência da história para o mundo virtual “é uma reação ao relacionamento de minha filha com as redes sociais e outras coisas que procura na Internet e que eu ainda não entendo”.

Verdade é que o musical tem recebido críticas muito boas dos jornalistas especializados britânicos – e sabemos o quanto eles também podem ser duros quando querem destruir alguma obra. Bom, se você estiver em Londres ou com alguma viagem planejada à capital londrina, é uma boa oportunidade parar um dia para ver esse musical.

Comemorações no Brasil
Aqui no país não teremos nenhuma exposição como a de Nova York ou um espetáculo grandioso como o de Londres, mas duas publicações chamam atenção e podem impressionar os fãs de ‘Alice no País das Maravilhas’.

A editora Zahar publicou nesse ano ‘Alice: Edição Comemorativa 150 anos’ (R$ 89, 320 págs.), que reúne em um só volume ‘Alice no País das Maravilhas’, ‘Através do Espelho e ‘O Que Alice Encontrou por Lá’ com tradução vencedora do prêmio Jabuti. As ilustrações são da artista plástica Adriana Peliano, que é a presidente da Sociedade Lewis Carroll do Brasil.

Já a caixa ‘Alice+Alice’ (R$ 139,90, 376 págs.), lançada pela editora Cosac Naify, contém também os dois livros. O primeiro com ilustração de Luiz Zerbini, enquanto que o segundo foi ilustrado pela artista Rosângela Rennó.

Confira o trailer de ‘wonder.land’:


Crédito das Imagens: Divulgação

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Estilistas criam roupas inspiradas em “Star Wars”

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Já fazem meses que vemos um monte de notícia sobre ‘Star Wars’. E não poderia ser diferente. Imagina há quanto tempo os fãs esperam um novo filme da franquia? E ver todos os personagens se reunindo para mais um novo episódio é algo simplesmente fantástico e que está movendo toda a indústria dos mais diversos setores.

Assim, em comemoração ao lançamento do filme que, sem dúvida, é o mais esperado do ano (já comprou o seu ingresso?), a Consumer Products e a Bloomingdale’s, loja de departamento de alta costura, se uniram a um grupo de estilistas para criarem a iniciativa chamada ‘Force 4 Fashion’.

O objetivo é criar peças (veja galeria abaixo) prestando homenagem aos personagens de ‘Star Wars’ e serem leiloadas para caridade. Os figurinos serão revelados no próximo dia 2 de Dezembro e as peças serão leiloadas após o lançamento, revertendo os lucros para a organização Child Mind, um instituto que ajuda crianças que passaram por situações traumáticas.

Confira algumas peças:

  • elena-ferrante_books
  • amiga-genial_2
Crédito das Imagens: Reprodução

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Hellcat, a Patsy Walker de “Jessica Jones”, ganha série solo na Marvel

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Uma prova de que eu não conhecia nada sobre ‘Jessica Jones’ é que passei a temporada inteira sem sequer saber que Patsy Walker era a Hellcat. Isso não deve ter sido spoiler para uma grande maioria de pessoas, mas foi para mim. Vai ver não sou tão nerd assim mesmo não.

De qualquer maneira, a Marvel divulgou as primeiras (ver galeria abaixo) da HQ que começa a sair no dia 23 de Dezembro.

Engraçado o fato de eu não saber da personagem uma vez que ela foi criada em 1944 por Ruth Atkinson. Seus poderes incluem telecinese, habilidades em artes marciais, garras retráteis e resistência psíquica.

Poderes esses que não vemos em ‘Jessica Jones’, mas que farão parte da segunda temporada por conta das investigações que ela começou a conduzir com o intuito de descobrir o passado da sua amiga e em como ela ganhou os poderes de força.

A série preservou o fato de Patsy ter tido uma infância de celebridade e ter sido abusada constantemente pela mãe. Por isso ela cresceu com vergonha desse passado e decidiu fazer o seu próprio programa, o Trish Talk.

Porém, a HQ adotará um tom mais juvenil e leve, mostrando uma garota de vinte anos procurando trabalho e tentando acertar a sua vida em NY.

Créditos das Imagens: Reprodução

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